Ivonei Pioner apresentou cinco eixos essenciais para o futuro do varejo gaúcho
O Encontro de Presidentes da Federação Varejista do RS encerrou com uma mensagem clara para os mais de 100 líderes que acompanharam a programação: é preciso participação e comprometimento em busca dos resultados almejados para o fortalecimento não só do associativismo, mas, principalmente, do varejo gaúcho. “O desafio de uma CDL não pode ser apenas existir. Precisamos de direção, método e compromisso para o nosso crescimento unificado”, afirmou o presidente Ivonei Pioner.
Alicerçando a estrutura de sustentação do trabalho institucional, Pioner detalhou os cinco eixos essenciais (veja abaixo) para o trabalho da entidade. “A Federação Varejista do RS nasce com o DNA de estar junto, de ouvir e de construir, um movimento que precisa da participação de cada presidente de CDL, assumindo sua responsabilidade nos distritos. Quando a gente se une em torno desses eixos, a gente deixa de ser um ponto isolado para virar uma voz que ninguém consegue ignorar. É a força da nossa união que vai ditar o ritmo do varejo no Rio Grande”, disse.
Assim, o associativismo conseguirá exercer seu pleno potencial. “O varejo gaúcho será tão forte quanto a união das nossas lideranças. Agora, o trabalho volta para as nossas cidades, com a certeza de que somos a voz do varejo do Rio Grande do Sul, uma Federação sólida, técnica e, acima de tudo, unida”, lembrou.
Conheça os cinco eixos apresentados pela Federação Varejista do RS
1. Conexão com o Sistema CNDL: Crescer conectado é crescer com força. “Nenhuma CDL deve atuar de forma isolada. Pertencer ao Sistema CNDL significa ganhar escala, inteligência e legitimidade. O pertencimento precisa ser vivido na prática. Quem se conecta mais à rede, aprende mais e entrega melhores resultados para o seu associado. Sozinhos somos um ponto, juntos somos uma potência”, explicou.
2. Tecnologia: A inovação deve ser tratada como responsabilidade de gestão que busca acelerar resultados. O foco não é apenas ter softwares, mas usar a tecnologia para organizar a operação e gerar inteligência de mercado. “Precisamos usar a inovação para simplificar a vida do lojista. Tecnologia é o que nos permite ser rápidos e assertivos na tomada de decisão”, destacou.
3. Formação: “Nenhuma entidade evolui acima da sua liderança A qualificação não pode ser um evento isolado, mas uma rotina”, disse Pioner, ao enfatizar a formação contínua da diretoria e das equipes, bem como os processos de governança. “Capacitação é investimento. Se não prepararmos as pessoas, a entidade se torna dependente de poucos e perde a capacidade de renovação.”
4. Proposta de Valor: A CDL precisa ser percebida como indispensável. “A proposta de valor é transformar a entrega de serviços em relevância percebida pelo lojista. O associado precisa entender, de forma clara, por que estar junto da CDL é uma vantagem competitiva real para o negócio dele”, ensinou.
5. Compreensão da Representatividade: “A alma do nosso movimento é a consciência do papel político e social da liderança. A representatividade é o que dá voz ao varejo perante o poder público”, destacou Pioner, ao apontar que cada presidente de CDL é o porta-voz de um setor vital. “Quando temos representatividade técnica e organizada, conseguimos influenciar as leis e o ambiente de negócios de forma legítima”, disse.



