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Fantasias e doces impulsionam as vendas relacionadas ao Halloween no varejo gaúcho

Data registra crescimento no volume de vendas a cada ano;

Data registra crescimento no volume de vendas a cada ano

A data que, antes, era uma exclusividade de cursos de inglês e algumas escolas, agora toma forma para outros setores. A comemoraçao do Dia das Bruxas, uma tradição originária nos Estados Unidos, ganhou adeptos por aqui e os lojistas acompanham a tendência. Através de sondagem com lojistas do segmento e Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) do Rio Grande do Sul, representadas no sistema da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, estima-se um crescimento de 12% a 15% na venda de fantasias e adereços para o Halloween, percebendo-se portanto um otimismo com relação a data.

“A compra é um impulso em muitas vezes motivado por um cenário. Dentro desse contexto as datas comemorativas são extremamente importantes pela experiência de compra do consumidor”, afirma o presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner.

A entidade baseia-se em alguns dados econômicos inernacionais. Estima-se que a venda de produtos relacionados ao Halloween este ano alcançará a marca de R$10 bilhões de dólares, de acordo com a Federação Nacional de Varejo dos EUA. No Brasil, além das escolas, a festa incorporou outros ambientes empresariais e incluindo, especialmente o público jovem.

“Há um público mais jovem ligado a data. O Halloween saiu apenas do ambiente escolar. Vários jovens recuperam um hábito de festa à fantasia e isso movimenta a economia, o que é bom para todos. São comercializados especialmente itens de pintura, decoração, cosméticos e gastronomia com os doces, salgados e bebidas”, completa Pioner.

As lojas de fantasias, em especial, percebem que a data é a chance de mais um grande pico de vendas depois do carnaval. Em alguns casos, o Halloween acaba até superando essa comparação. O setor de balas e doces ainda não tem dados sobre 2022, porém, em outubro do ano passado, registrou alta de quase 13%.

Com a retomada de todas as atividades econômicas no início deste ano, as vendas e a confiança dos comerciantes vêm crescendo. A festa junina foi um bom indicativo, pois de acordo com a pesquisa feita pela Associação Brasileira do Comércio de Artigos para Festas (Asbrafe), 85% das empresas apontaram que as vendas foram melhores do que em 2021.

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